VAULT fala sobre sua expansão para o mercado internacional, especialmente, América Latina.

A VAULT, que trabalha com tecnologia voltada à área de segurança, surgiu no início da década de 1990 e começou a exportar em 2012. Os primeiros projetos para outros países foram desenvolvidos para o Chile e a República Dominicana, após convites de empresas parceiras. “Desenvolvemos soluções e homologamos empresas locais especializadas em instalação de equipamentos eletrônicos de segurança”, explica o diretor-executivo da companhia, Gustavo Rizzo.

A empresa possui duas linhas de produtos. A primeira atua na área mecânica e de barreiras físicas, como blindagem. A segunda envolve sistemas eletrônicos, especialmente softwares de controle de acesso e sistemas integrados. A parte mecânica se concentra no atendimento ao mercado brasileiro, pois envolve materiais pesados e de difícil locomoção. Já a parte de eletrônicos nasceu com propósito global. “Quando pensamos na VAULT, nunca limitamos o mercado dela internamente”, afirma Rizzo. “Para internacionalizar, esperamos até que nossas plataformas estivessem bem maduras.”

Além de Chile e República Dominicana, a empresa já atuou em Trinidad e Tobago, nos Estados Unidos, na Nigéria e em Cingapura. Atualmente, seus produtos e serviços estão no Sudeste Asiático, na Colômbia e no México. O foco para 2015 é a América Latina. “As necessidades dos clientes latino-americanos são similares às dos clientes no Brasil.

Coisas que desenvolvemos aqui podem ser replicadas.” Nos próximos quatro anos, o objetivo é aumentar de 5% para 30% o faturamento da empresa com exportação. Rizzo destaca que o trabalho ainda está no começo e o desafio é criar a rede de canais homologados e certificados para instalação dos equipamentos. “Quando se fala em segurança, a confiança é intrínseca. Você precisa conquistar o mercado local para o seu produto.” No caso da VAULT, o processo foi facilitado em parte pelas parcerias firmadas com empresas que trabalhavam com a companhia em outros projetos.