A cada quatro dias, um caixa eletrônico é atacado por criminosos durante a madrugada na região metropolitana de São Paulo. Desde janeiro deste ano já são 29 caixas destruídos.

Foram registrados 14 casos na capital e 15 na Grande São Paulo, sendo que em 17 deles os bandidos usaram explosivos e nas demais, foram utilizados maçaricos. A prática da destruição de caixas eletrônicos tem sido cada vez mais rotineira, tornando ainda mais importante reforçar investimentos em segurança, especialmente em soluções de vídeovigilânciaque identificam e até intimidam a ação dos criminosos dentro e nos arredores da agência.

“Investirem sistemas de monitoramento que possibilitam a prevenção de roubos aumenta a confiança do cliente bancário, fazendo com que ele se sinta mais seguro para realizar suas transações financeiras nos terminais eletrônicos”, afirma Gustavo Rizzo, diretor da VAULT, desenvolvedorade Sistemas Integrados de Segurança e Blindagem Arquitetônica, que fornece  tecnologias inovadoras, combinando as soluções NVR’s, NDVR’s híbridos e tecnologia IVS (vídeo inteligente).

As soluções da VAULT atendem a necessidades de monitoramento, patrulhamento e análise com funcionalidades como o Vídeo Analítico, que capta movimentação geral, objeto perdido, oclusão de câmera, objeto estranho, perda de foco e perda de sinal; o Playback Multifuncional com Busca Inteligente,com filtro específico de busca inteligente que economiza tempo e agiliza a operação, selecionando eventos suspeitos, registrados durante horas de gravação; o Popup de E-map, que mostra a exata localização e o status de todos os dispositivos no sistema, além de proporcionar a pré-visualização de vídeo das câmeras, permitindo que o usuário responda prontamente aos eventos; entre outras funções ideais para impedir ou detectar os ataques aos caixas eletrônicos.

“Um dos nossos diferenciais é a plataforma estável e de última geração paraas câmeras analógicas existentes e para as novas câmeras IP, além da interface simples e amigável para setup de gravação de câmeras para a proteção de qualquer objeto ininterruptamente, otimizando a segurança dos clientes que precisam fazer uso dos caixas eletrônicos”, diz Rizzo.

Outras atuações da VAULT no segmento bancário

Em 2009, a VAULT passoua atender instituições financeiras e entrou em editais públicos de cofres de alta resistência padrão tesouraria principalmente para agências bancárias. A empresa já realizou três grandes projetos, em especial, para o Banco do Brasil, cujo fornecimento foi de 480 unidades para um período de um ano. São cofres de alta resistência, com corpo de aço balístico; blindagem química tipo asfixiante entre as chapas de aço;concreto de alta resistência; sistemas de trancamento mecânico compostos de came, relocks e ferrolhos; fechadura de segredo; fechadura tubular mecânica e fechadura eletrônica randômica. A produção dos cofresé seriada, com sistema de ilhas de produção, resultando em um produto padronizado.

Além do projeto para o Banco do Brasil, a VAULTjá realizou blindagens para Banco Safra, Itaú Unibanco, Santander, entre outros. São projetos que incluem blindagem de guaritas, incluindo eclusas, intercomunicadores, caixilhos e vidros blindados, passa-delivery, passa-volumes, gavetas passa-documentos, blindagem de paredes e portas blindadas e antiarrombamento. Para instituições financeiras, a VAULT também efetua blindagem de áreas de circulação restrita, como tesourarias, CPD’s, diretorias, ATM’s, entre outras, além dos guichês de atendimento ao público (caixas, câmbio, etc.). Um dos projetos mais recentes de blindagem de cofres também de alta resistência padrão tesouraria é para a nova unidade de uma grande empresa de transporte de valores no Rio de Janeiro.

As principais soluções de segurança para instituições financeiras são:

– Blindagem de guaritas, incluindo eclusas, intercomunicadores, caixilhose vidros blindados, passa-delivery, passa-volumes, gavetas passa-documentos, blindagem de paredes e portas blindadas e antiarrombamento;
– Eclusas e bloqueadores mecânicos tipo “garra de tigre” para veículos;
– Portas-cofre, classificação A, B e C (UL), Classe 1 e 2 (UL);
– Salas-cofre, classificação A, B e C (UL);
– Cofres fortes, classificação A, B e C (UL), Classe 1 e 2 (UL);
– Blindagem de áreas de circulação restrita, como tesourarias, CPD’s, diretorias, ATM’s, e refúgios blindados (célula de sobrevivência ou “quarto do pânico”).
– Blindagem de guichês de atendimento ao público (caixas, câmbio, etc.).

Reportagem do G1 sobre explosão a caixas em G1 Globo.