Vender sistemas de segurança fora do Brasil não estava no radar da Vault, empresa especializada em soluções como controle de acesso a prédios e blindagem arquitetônica. Até que, em 2011, um fornecedor de Taiwan fechou contrato no Chile e propôs aos brasileiros uma parceria, pois seus produtos estavam integrados. “Percebemos que havia espaço para vender nossa tecnologia no exterior”, diz Gustavo Rizzo, 36 anos, um dos 5 sócios que fundaram a Vault. A empresa iniciou a expansão pelo mercado latinoamericano, onde a demanda por segurança é semelhante a do Brasil. Para isso, foi preciso traduzir os programas de computador para o espanhol. A estratégia para se firmar em solo estrangeiro foi atuar lado a lado com fornecedores que já haviam se estabelecido lá fora. “Precisamos ter estrutura local para oferecer suporte e manutenção dos sistemas, mas é caro abrir um escritório”, afirma Rizzo.

A empresa já instalou equipamentos de segurança em seis países: Chile, República Dominicana, Trinidad e Tobago, Estados Unidos, Nigéria e Cingapura, e tem planos de chegar a Europa. Nos próximos três anos, a meta é aumentar o volume de negócios externos em 30% e, assim, reforçar o faturamento, que foi de R$ 20 milhões em 2012. Agora a VAULT aposta na expansão internacional para aumentar Mercado e consequentemente receitas.